Posts com Tag ‘internet’

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Quatro cabeças pensantes

agosto 10, 2010

Ainda hoje não sei – e também não me dei ao trabalho de procurar saber – porque os antigos vídeos-cassete eram classificados em duas e quatro – e talvez até mais – cabeças. De todo o jeito, essa qualidade deles sempre me chamou a atenção. Desde a primeira vez que ouvi a designação, quando criança, achei, no mínimo, engraçado.

Mas, além de me divertirem, as cabeças do vídeo-cassete ajudavam na tarefa de reproduzir filmes, transformando nossas humildes salas em mini cinemas. E também serviam para gravar coisas que considerávamos importantes. Lembra do botãozinho REC, sempre acionado para registrar finais de capítulos das novelas, reportagens interessantes de telejornal e célebres propagandas? O mais legal de tudo isso é que hoje em dia o produto das quatro cabeças pensantes está disponível pela internet, através do You Tube. Sim, porque, embora eu não tenha a dimensão exata de como essas coisas foram se acoplando por lá, imagino que tenham sido os milhões de arquivos pessoais de VHS dos aficionados por vídeos Brasil e mundo afora que originaram os baita acervos digitais a que temos acesso. E é maravilhoso poder digitar uma frase memorável de algum destes momentos legais de nossas infâncias e testificar “Puxa, eles têm isso aqui gravado também!”.

Desses registros, são as propagandas o que mais me chama a atenção. Quem não lembra do “elefante fã de Parmalat” que junto com o “boto cor-de-rosa e o macaco” fizeram um dos melhores comerciais de leite de todos os tempos? E o japinha simpático que contava, com a encantadora inocência de uma criança, como era o seu café da manhã – “eu gosto com açucra, porque o açucra afunda”? Isso sem deixar de citar a vontade que dava de tomar uma guaraná bem geladinha toda vez que a “pipoca na panela começava a arrebentar”. Agradáveis lembranças! Nessa hora, meu lado publicitário até tenta se manifestar para me influenciar a fazer uma segunda faculdade!

Triste é notar que aquela analogia da faca é muito real também no mundo virtual. Tal qual como o talher pode servir tanto para passar a All Day no pão quanto para sacrificar um mamífero – e inclua-se nisso o homem –, redes sociais como o You Tube também são usadas tanto para o que presta quanto para o que não vale um sabugo. Li outro dia que tá na moda adolescentes filmarem suas aventuras sexuais e postar na rede. A intenção é ver quem tem maior capacidade de atrair o olhar alheio. E assim eles, que ainda nem saíram das fraldas, disputam a audiência doentia de quem se delicia com a intimidade – e a imaturidade – dos outros. Perigo. Não somente porque é uma pouca vergonha. Deixando de lado, os julgamentos moralistas, o que mais choca é perceber que um ato impensado desses pode custar danos em todas as esferas, inclusive a emocional, que vão afetar pela vida toda. Esses adolescentes apenas se iludem com a possibilidade de estar curtindo a liberdade, mas, na verdade, estão sendo escravos da libertinagem. E pior ainda são os que nunca crescem. Lamentável. Para melhorar, oremos.

Taís Brem

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Zona rural

junho 19, 2009

Não dá pra dizer que não acredito no que está acontecendo. Tampouco encaixa falar que estas são coisas de que “até Deus duvida”. Mas que choca, choca. Desde que o novo reality show da Record foi ao ar, só se houve falar baboseira sobre o programa. Quero dizer, baboseira é o que soa aos meus ouvidos. Para a audiência e, principalmente, aos que conceberam e liberaram a transmissão deste troço chamado “A Fazenda” tudo é absolutamente normal.

É tão normal que virou coisa corriqueira chamar entradas ao vivo da casa para os programas da emissora. Inclusive o religioso “Fala que Eu Te Escuto” entrou na roda. Soube de um dia em que um dos bispos-apresentadores fez menção ao reality, colocou no ar as cenas do que ocorria no local naquele momento e, depois de ficar “constrangido” com uns três palavrões falados pelos participantes, se ligou que aquele não era um bom momento para a intervenção. A enquete daquele dia, porém, acompanhou a onda e perguntou aos telespectadores qual era o motivo de tanta briga rolando lá dentro.

Se fosse só briga, talvez, o caso não fosse tão ruim. Afinal, desentendimentos são relativamente aceitáveis quando se fala em relacionamento humano. Mas e as doses apimentadas de sexo e pouca-vergonha? São normais também, ainda que os participantes estejam numa emissora “religiosa”? Esqueceram deste detalhe, certamente.

Toda hora tem aparecido na mídia um escandalozinho típico de que quem quer garantir seus quinze minutos de fama. Um dos últimos é de Théo Becker (pelotense como eu, que vergonha!), que nem se preocupou em esconder “as partes” enquanto se secava na toalha, após sair do banho. “Eu sei que depois eles colocam aquele ‘pretinho’”, justificou o abençoado, referindo-se às tarjas pretas costumeiramente colocadas para tapar o que não deve ser visto.

Na foto divulgada via internet, realmente o pretinho estava lá, embora não deixasse de sugerir todo o resto. Mas, nas cenas em que a Record pretende passar pelo canal pago Net, creio que não rola, não. É isso mesmo: a ideia da emissora é negociar um pay-per-view, aquele sistema que permite aos telespectadores que tem TV a cabo verem, a qualquer hora do dia, programações específicas, sem cortes e sem censura. Traduzindo, sem pretinhos.

A Globo e seu BBB que se cuidem. Além das melhorias em noticiários e teledramaturgia, a Record está querendo ganhar o primeiro lugar, também, na baixaria. E moral pra isso eles têm.
 

Taís Brem

 

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Contato divino

março 3, 2009

 

Circula pela Internet um texto chamado “A Bíblia e o Celular”. Já leu ou ouviu falar? É uma comparação entre o Livro Sagrado e o magnífico aparelhinho que, para muitos, virou artigo de primeira necessidade. Tipo: o que aconteceria se as pessoas deixassem de lado os torpedos e passassem a enviar mensagens bíblicas para seus contatos ou se considerassem extremamente necessário ter uma Bíblia sempre à mão, assim como parece ser caso de vida ou morte deixar de portar o celular? Em resumo, uma reflexão sobre o valor que as pessoas dão a estes dois objetos.

 

Na Holanda, um artista chamado Johan van der Dong também trabalhou a ideia de mesclar elementos do mundo moderno com o contexto espiritual: juntou a febre dos telefones móveis à oração e inventou um tal de “celular de Deus”. Ligando para o número 06-44244901, os interessados num suposto papo cabeça com o Todo-Poderoso ouvem a seguinte mensagem automática: “Este é o telefone de Deus. No momento não posso lhe atender, mas deixe uma mensagem ou ligue de volta mais tarde –e quem sabe o que você escutará”. Eu, hein?!

 

Diz o coordenador do serviço que a iniciativa está sendo um sucesso e que dá a ideia de um Deus que está sempre disponível. Como assim? Quer dizer que o cidadão liga para um número cuja recepção se resume a uma mensagem automática dizendo que o dono do telefone não pode atender e isso é ser “sempre disponível”? Em tempo, é claro que seria bem pior se um charlatão resolvesse improvisar uma voz de trovão para atender às ligações de todos os seres sedentos por uma comunicação com o seu Criador. Interessante a criatividade artística do rapaz, mas ainda prefiro o contato infalível: o 00 formado pelos dois joelhos no chão. Este é quente. Sempre atende.

 

Taís Brem

 

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“Descobriram Pelotas!”

fevereiro 3, 2009

 

Êta mesinho movimentado este de janeiro, não é mesmo? Uma retrospectiva das mais informais já basta para que se constate isso. Só para começar, dá pra citar a posse do Obama nos States, que parou o mundo inteiro; a morte da modelo Mariana Bridi, que foi vítima de uma estranha infecção generalizada depois de um problema urinário; o desabamento do teto da Igreja Renascer, em São Paulo, e o avião que pousou emergencialmente em pleno rio Hudson, Nova Iorque. Esqueci de alguma coisa? Ah, sim, claro: de Pelotas. Aliás, nunca falou-se tanto em Pelotas nos últimos tempos. Pelo menos, não que eu, como pelotense nata, me recorde. Soa até engraçado, mas ouvi alguém de fora dizer dia desses: “Pôxa vida, descobriram vocês, hein?”. Pois é. Neste mês fomos descobertos via mídia nacional e até internacional, mas os motivos… Não foram tão bons, infelizmente.

 

Começou com a posse do reitor da Universidade Federal, o César Borges, acusado de improbidade administrativa. Que vergonha. Embora não tenha sido publicado no maior jornal aqui da região, a imprensa de fora divulgou e bem divulgado. Era só abrir os sites para ver a lista de acusações que Borges coleciona por utilizar o dinheiro público indevidamente…

 

Aí veio a tragédia com a delegação do Xavante, no dia 15. Lamentável, principalmente porque envolveu uma das torcidas mais apaixonadas do futebol brasileiro. Morreram o preparador técnico e dois jogadores do Brasil de Pelotas, entre eles, o ídolo do momento, Cláudio Milar. E, de novo, foi certeiro: manchetes aos montes em tudo quanto é veículo de comunicação. Até o Esporte Espetacular do domingo passado trouxe matéria especial sobre o acidente.

 

E para fechar janeiro com tudo, uma boa chuva encarregou-se de nos colocar na mídia novamente. Era notícia de “Pelotas embaixo d’água” nos jornais impressos, nas tv’s, nas rádios, na internet… Com esta pequena amostra de 2009, o que será que nos espera para fevereiro, hein?

 

Taís Brem

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Viva a liberdade!

setembro 11, 2008

 

 

Não é de hoje que algumas pessoas defendem que o corpo está aí para ser usado como seu dono bem entender. A qualquer preço, se der vontade de se vender por uns minutos de prazer, seja livre! Se der vontade de matar o próprio filho dentro da barriga, opa, tudo bem! Injetar umas substâncias duvidosas em prol de uma sensação zen, no problems! E viva a liberdade! Pois uma notícia que li hoje, na página eletrônica da Folha de S.Paulo, fala bem disso. Uma jovem da Califórnia, Estados Unidos, resolveu colocar a virgindade à venda num leilão para ter como pagar os estudos. Pode isso? Pois é. É a tal liberdade que andam pregando por aí. Uma liberdade de fachada em que as pessoas não percebem que, ao contrário do que buscam, andam cada vez mais presas. Mas ai de quem ousar falar um pouco mais acentuadamente contra isso. Pouca-vergonha? Que nada! Cada um usa o que é seu como bem quiser. Qual o problema? Pagando bem, que mal tem? Na minha opinião, tem todos os males e mais um pouco. Todavia, leia, na íntegra, o texto abaixo e tire suas próprias conclusões.

 

 

Estudante dos EUA anuncia “leilão da virgindade” na internet

 

Uma norte-americana de 22 anos está leiloando publicamente a virgindade para pagar seus estudos. A estudante de San Diego, Califórnia, que usa o pseudônimo de Natalie Dylan, diz não ter enfrentado dilemas morais com sua decisão –e também não ofereceu provas sobre a virgindade.


“Não acho que leiloar minha virgindade irá resolver todos os meus problemas”, disse ela no programa de TV “The Insider” na quarta-feira. “Mas irá dar alguma estabilidade financeira. Estou pronta para controvérsia, sei o que virá por aí. Estou pronta para isso. Vivemos numa sociedade capitalista. Por que eu não posso ganhar com a minha virgindade?”, disse. A mulher, que quer fazer um mestrado em terapia familiar e de casal, diz que aguarda por ofertas de até US$ 1 milhão.


O site de leilões eBay recusou hospedar o leilão, que agora acontecerá num bordel em Nevada, o Moonlite Bunny Ranch, onde a irmã dela trabalha para pagar as dívidas da faculdade. A data do leilão não foi informada.


Numa enxurrada de entrevistas e aparições na mídia, ela admitiu que sua mãe, professora, não concorda com sua decisão, assim como muitas pessoas na rede. Entre aquelas que apóiam está o dono do bordel onde ocorrerá o leilão, naturalmente. “Acho uma tremenda idéia. Por que perder a virgindade para algum cara no banco de trás do carro quando você pode pagar pela sua educação?”, disse Dennis Hof.

 

 

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Quem diria…

agosto 20, 2008

 

Recebi um e-mail interessante da minha amiga Raquel Bierhals, dia desses, e resolvi compartilhar por aqui. Pode até ter boato de internet, mas, ao que tudo indica, trata-se de alguns esclarecimentos contidos no livro “Nossa Língua Portuguesa”, escrito pelo professor Pasquale Cipro Neto. Acredita que muitos dos provérbios, os famosos ditados, que citamos a torto e a direito são mais tortos que direitos? Sério! Uma coisa meio de telefone sem fio. Alguém ouviu errado, acabou espalhando por aí e ficou. Tanto que até hoje você também erra. Quer ver? 

No popular se diz: “Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro”.

Mas o correto é: “Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo  inteiro”.


“Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão”?

Negativo! O certo é dizer que “Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão!”.

E quanto áquela tonalidade que remete à cor de burro quando foge? Pois ela não existe nem na aquarela nem em lugar nenhum! Foi invenção de alguém que ouviu errado a expressão: Corro de burro quando foge!”.


Outro que, no popular, todo mundo erra: “Quem tem boca vai a Roma”.

Nan-nanin-nanão! O certo é: “Quem tem boca vaia Roma”. Isso mesmo, do verbo vaiar.


“Cuspido e escarrado” é outra frasezinha muito conhecida, mas que é um grande engano. Quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa, o exato seria dizer: Esculpido em Carrara”, um tipo de mármore.

 

Mais um famoso: “Quem não tem cão, caça com gato”… O correto é: “Quem não tem cão, caça como gato”, ou seja, sozinho!

 

 

Taís Brem

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Pois então…

agosto 12, 2008

 

Sobre o que escrever? Meu Deus… Fazia tempo que este dilema não passava pela minha cabeça. Eu tava bem empolgada com este negócio de blog e parecia ter assunto fervilhando aos montes todo dia, toda hora. Mas de uns dias para cá… Tô meio sem saber o que dizer.

Talvez porque esteja desanimada com as estatísticas da minha página. Acho que as pessoas até olham um pouco, de vez em quando, mas quem escreve gosta de ser lido, não tem jeito. Por isso nunca parece o bastante. E depois, mandei um monte de convite pra um monte de gente que nem deve ter dado muita bola. Existem exceções, é claro. A estes (Tânia, Ingrid, pastor Fábio, Rafa Varela, Miguel…), o meu muito obrigada. A atenção de vocês serviu para me animar um pouquinho. Mas, por outro lado, tal qual como escrevi noutro post, talvez o motivo do ibope baixo seja a diferença de gostos. Talvez eu tenha uma forma muito particular de me expressar que difere do que as pessoas curtem ler. Por exemplo: as frases que seleciono para colocar aqui. Bah, isso é algo que me fascina. Acho muito legal ficar fuxicando textos e entrevistas imprensa afora e retirar deles trechos de coisas que as pessoas falam e geram idéias interessantes sobre tudo. Mas aí é que está: EU ACHO interessante. O resto da torcida do Flamengo, pelo jeito, não.

Ontem eu tive uma aula digamos… com uma boa margem de tempo para ficar sem fazer nada. Nisso, aproveitei para dar uma zapeada na internet. Entretanto, parece que até as novidades do meu arsenal de fontes murcharam. Por acaso achei, no site da BBC Brasil, uma matéria sobre um tal “arrasa-corações” da Arábia Saudita. Segundo a reportagem, trata-se de um ator considerado um “Justin Timberlake melhorado” e que tem provocado, inclusive, divórcios e desentendimentos entre casais naquele país. O motivo: o cara se mostra mais romântico que a maioria dos maridos da vida real e provoca revoltas apaixonadas nas mulheres. Os esposos, por sua vez, também tomam a iniciativa de dar um ponto final nas relações quando encontram, assim, aleatoriamente, fotos desse Ricardão nas carteiras e pertences de suas cônjuges. Tu vê, né? É cada uma.

Esta dava um bom assunto. Mas não achei que teria capacidade de destrinchar muito mais que meia-dúzia de linhas acerca disso. E depois, fazer as vezes de um “controlC/controlV” do nada é algo que eu mesma critico, na maioria dos casos, quando vejo em algum meio de comunicação, qualquer que seja. Acho pouco original.

Então, quem sabe, falar de novas tecnologias? Hummm, assunto farto. Dia desses me deparei com uma notícia na Zero sobre um tal de Blu-ray. O Blu-ray, sabe? Quê? Vocês ainda não o conhecem? Tudo bem, até ler esta matéria, eu também não conhecia. Trata-se de um disquinho azul – como o próprio nome, ainda que contraído, sugere – candidato a sucessor do DVD. Ainda existem poucos filmes no mercado passados para esta tecnologia e o aparelho que o reproduz é bem carinho. Mas nada que impeça que, logo, logo, a coisa se popularize e, assim como os MP3’s, DVD’s e celulares de última geração, fique a preço de banana. Só que este assunto também não vingou. Ficou empacado na pastinha que criei no computador para desenvolver textos para o blog. Assim como algumas frases que tô esperando contexto para colocar no ar. Mas todo dia falar de Taty Quebra-barraco e Zé do Caixão cansa, né? Pois é… Melhor dar um tempo.

A inspiração deve vir com mais força nos próximos dias. É o que espero, sinceramente.

 

Taís Brem (com TPM, numa cidade em dia de chuva).

 

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Frases – parte VI

julho 29, 2008

 

 

“Deus cismou de rir para mim, e se eu começar a achar que Deus sorri pra mim porque eu sou legal, coloco tudo a perder.”

Fernanda Brum, cantora gospel.

 

“Se não dá para trazer o céu para a terra, podemos aproximar”.

Leonardo Boff, teólogo.

 

“A sociedade brasileira valoriza a religião, mas não segue nenhuma, porque elas costumam ser muito exigentes. Há apenas uma minoria que segue, o resto não tem nem tempo para isso.”

Flávio Pierucci, sociólogo.

 

“O maior perigo de todos é permitir que novos muros nos dividam. Agora é tempo de construirmos novas pontes ao redor do mundo”

Barack Obama, candidato democrata à Presidência americana, discursando para uma multidão em Berlim.

 

“Me imaginava aos 40 anos, solteiro, acordando bêbado com uma menina de 27 anos. Isso me deu uma depressão. Hoje, essa angústia está se revertendo”

Marcelo Adnet, apresentador da MTV, explicando como mudou sua perspectiva sobre o futuro. Agora ele quer casar e ter filhos.

 

“A nossa teoria é que os indivíduos com um status elevado podem se permitir tirar sarro de si mesmos mais facilmente”.

Greengross Miller, pesquisador, mostrando uma das conclusões do estudo “Desrespeitar a si mesmo versus Desrespeitar aos outros: Efeitos de Status, Personalidade e Sexo na Atração do Humor Autodepreciativo e do Humor Depreciador dos Outros, em tradução livre)”. A pesquisa “comprovou” que quem zomba de si mesmo faz sucesso com o sexo oposto. Mas a estatística funciona melhor com quem tem dinheiro…

 

“Quando eu nasci, ela já não existia? Não sei como os garotos da minha idade viviam sem isso”.

Thiago Cristófaro, estudante carioca, 16 anos, sobre a Internet.

 

“Cansei. Dizer que sou baladeira e doidona é mentira. Odeio bebida, droga e boate. O fato de ser extrovertida não dá o direito de me desrespeitarem”.

Preta Gil, cantora, chateada com os comentários exagerados sobre si mesma que vê na mídia.

 

“Não tem porque guardar rancor, mas sou da seguinte opinião: aqui se faz e aqui se paga”.

Rafael Ilha, ex-Polegar, explicando que Gugu teria “virado as costas” para ele desde sua primeira prisão, em 1998.

 

“Para ser sincero, acho que a única pessoa no mundo que não é insegura é George W. Bush. Ele é tão maluco que não tem tempo para isso”.

Chris Martin, roqueiro inglês, sobre o presidente americano.

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Meu antigo blog

julho 24, 2008

 

 

 

Bah, nem acreditei quando entrei no meu hotmail hoje e achei o link que levava ao meu antigo blog! Como falei no primeiro post, havia criado este para substituir o velho, que eu não conseguia encontrar mais. Seja como for, como creio que não conseguirei manter os dois, portanto deixarei por aqui o link do outro. Serve para quem quiser olhar o que eu escrevia há um, dois anos atrás. Modéstia à parte, eu gostei de matar saudades…

Por favor, acessem e comentem!

 

http://quemany1984.spaces.live.com/

 

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Voltando à ativa

julho 11, 2008

Hoje resolvi criar um blog para mim. Na verdade, recriar. Eu já tinha um pelo MSN Spaces, há uns dois anos, mas, de tanto eu não usar, deve ter caducado. Não consegui encontrá-lo mais.

De qualquer forma, comecei a ter uma vontade inexplicável, de uns dias para cá, de ter onde colocar algumas coisas que sinto necessidade de compartilhar. Espero que a leitura destas postagens sejam momentos edificantes. Ou, no mínimo, agradáveis.

Taís Brem

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