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Força na língua

setembro 12, 2011

De novo, cá estou eu, depois de um tempo sem escrever, felizmente não tão longo. E embora essa seja minha primeira postagem oficial como jornalista (uhu!), nada há de novo debaixo desse sol, pelo menos no que diz respeito ao formato do que vou escrever: optei pelas frases. Quanto ao conteúdo, esse sim, é novidade. Ainda que tenha sido dito há algum tempo, merece atenção. Retenha o que é bom!

Taís Brem

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“Todas as cabeças coroadas da TV Globo conhecem e gostam de drogas. Os que não usam mais, um dia já usaram”.
Paulo Cesar Pereio, ator

“A vida é cheia de contradições. Sim, o roqueiro toma seu café da manhã ao som da pregação de pastores e angelicais canções evangélicas. Sem problemas, vivemos numa democracia”.
Tony Belloto, cantor, descrevendo, na boa, como a cozinheira evangélica de sua casa afeta o começo do seu dia.

“Prometi para os meus filhos que até o fim deste mês não caso mais. Preciso cumprir essa promessa”.
Fábio Junior, cantor, se achando…

“Em que parte da Bíblia está escrito que devemos julgar os demais? Ah sim, em parte alguma. Deus é o único juiz, queridos. Deus é amor”.
Miley Cyrus, cantora, que diz apoiar “todas as formas de amor”, apesar de ser uma cristã fervorosa.

“Às vezes, o pastor reclama, mas é trabalho, sei separar”.
Stéphannie Oliveira, modelo e filha do ex-jogador Bebeto, ao justificar que consegue equilibrar os nus fotográficos que faz com sua vida espiritual.

“As pessoas me veem alegre, e sou de fato muito alegre porque, por exemplo, se estou mal e vejo você na rua, fico feliz de te ver. Mas aí você vai embora e volto para a melancolia de antes”.
Sarah Oliveira, apresentadora.

“São só palavras impressas no papel, o resto está na cabeça de quem lê. Quem me critica, não está falando de mim, está falando de si próprio”.
William P. Young, autor do best-seller A Cabana, sobre as críticas negativas que recebe pela publicação.

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Falando em Amy…

julho 25, 2011

Amy Winehouse morreu. Disso todo mundo já sabe. Foi aos 27 anos (mais uma…), no último sábado (23). Pelo menos foi esse o dia em que a encontraram morta em sua residência. Há quase três anos, escrevi um texto sobre ela falando de sua auto-destruição notável e da expectativa de pronto falecimento que isso, naturalmente, acabava gerando em todo o mundo que acompanhou suas peripécias, sendo fã da grande artista que ela foi ou não. O comentário, meio profético, meio previsível, que fiz foi publicado no blog e também serviu para ilustrar uma das páginas de uma revista que produzi como parte de um trabalho acadêmico na época. A quem interessar possa, abaixo está a republicação do texto e a reprodução da página que teve participação especial do meu pai, Paulo Soares, no tratamento da imagem.
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Obituário
*Escrito originalmente em 15/09/08

Certa vez, durante uma aula de Jornalismo Especializado, ouvi sobre uma função muito interessante desempenhada por alguns profissionais da imprensa. Não lembro o nome específico, mas a síntese é mais ou menos a seguinte: existe um certo funcionário em veículos de comunicação designado para reunir várias informações sobre celebridades e pessoas de destaque mundo afora, com o propósito específico de ter material suficiente para servir de base caso a pessoa venha a falecer. Já viu aqueles links na internet ou trechos de reportagens que enunciam: “Saiba mais sobre a vida e a obra de Fulano?”. Então. É pra isso. Assim, se a pessoa morre de repente, ninguém precisa ficar correndo atrás de informações que resumam o que de fato fez a vida do indivíduo virar algo de destaque. Macabro? Tá, pode ser. Mas eu achei tão interessante que penso que curtiria fazer um teste neste departamento. Tirando a parte ruim – do ter de noticiar um falecimento –, ficar reunindo dados sobre a trajetória das pessoas, me parece muito atraente.

O professor desta disciplina chegou a citar exemplos que normalmente aceleram a função destes profissionais. Tipo, se é necessário ter um histórico, já de arquivo, para quando certos famosos resolverem bater as botas, nada mais sensato que ir procurar os alvos mais prováveis de uma fatalidade. Exemplos? O papa João Paulo II, com a saúde tri debilitada por décadas a fio, e a Dercy Gonçalves, pra lá de idosa, já deviam ter seus históricos preparadinhos muito tempo antes do que realmente foi necessário. Os Mamonas Assassinas, por sua vez… Quem poderia imaginar que eles morreriam assim, no auge da carreira, com todo o gás? O Airton Senna ainda era um pouco mais provável, porque tinha uma profissão arriscada. Mas os Mamonas devem ter dado trabalho pro tal setor que alimenta o obituário dos jornais, revistas, sites etc. Imagino que foi correria geral.

Enfim, esta baita introdução é fruto do que eu estava refletindo há alguns dias, quando li que a última internação da cantora britânica Amy Winehouse foi em função de uma overdose de maconha. Parece que ela fumou haxixe durante 36 horas seguidas. Isto mesmo: 36 horas! Conforme as informações que correram o mundo por meio do tablóide The Sun, a brincaderinha deve custar à moça danos cerebrais permanentes, porque, além de usar o derivado da erva danada, ela fez uso de crystal meth, proveniente da heroína. Os médicos temem que o corpo dela – bastante fragilizado por causa de tantos excessos repetidos – possa acabar com os ossos quebrados. Já imaginou que loucura? Os amigos mais próximos, que viram ela passar mal, disseram até que as convulsões que a garota sofreu lembravam cenas do filme O Exorcista, em que a protagonista era possuída pelo capeta. Meu Deus!

Chega a ser triste. Eu não conheço muito bem o tipo de música que ela canta, porque minha praia é outra, mas dizem – não uma, nem duas, mas muitas pessoas – que Amy está sendo tal qual um furacão na música mundial. E o que levaria uma jovem de carreira tão promissora a escolher um caminho tão tenebroso quanto o das drogas, se ela parece ter boa parte de tudo o que as pessoas normais dizem precisar para serem felizes? Já ouvi opiniões frias a respeito ao comentar que sinto pena de observar esta situação: “Coitada? Coitado de mim que não tenho dinheiro!”.

Não vejo por aí. O dinheiro e a fama de Amy são apenas fatores que aceleram mais e mais a sua queda. O que se vê é uma pessoa cada vez mais vazia e frustrada que usa até a altura do penteado para indicar em que pé anda a sua depressão. Detalhe: o cabelo aparece cada vez mais alto. Neste caso, melhor ser pobre, saudável e feliz.

Enfim, a vida movimentada e polêmica do furacão Amy deve estar colocando ritmo acelerado ao trabalho dos caras do obituário. Mas é claro que, na minha opinião clássica de crente, a solução não virá por meio de consultas psiquiátricas, medicamentos e internações. Muito menos no aumento da venda de seus álbuns. Quem sabe dar mais veracidade ao clichê “Só Jesus salva”? Esperemos os próximos capítulos.

Taís Brem

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Rock and roll cor-de-rosa

junho 15, 2011

 *Escrito originalmente em 30/05/11

Em sã consciência, um vidro de esmalte cor-de-rosa choque nunca estaria entre minha coleção de mimos para as unhas. Em sã consciência, um DVD de rock and roll de verdade, daqueles pesados mesmo, nunca preencheria os requisitos para fazer parte da minha coleção de musicais. Leia-se “sã consciência”, neste caso, não apenas como o andamento normal da minha própria mente, mas como a ordem natural de todas as coisas ao meu redor. E, sim, tudo nos últimos dias tem estado fora dessa ordem.

Há quem diga que é exagero. Amigos e colegas que já passaram por isso dizem que depois que tudo acabar, eu vou ver que nem precisava ter me preocupado tanto. Pois bem. Mas ainda não acabou. E, às vezes, a bem da verdade, tenho a impressão de que nem começou direito! Sabe quando as coisas parecem não sair do lugar? Por vezes, sinto que está assim. E olhando para as minhas unhas pintadas de rosa há mais de uma semana, tudo se confirma: a ansiedade é tanta que não tenho tido tempo nem de trocar o esmalte – para algo mais sóbrio e condizente com minha personalidade –, nem de mudar o disco – para algo mais tranquilo, equivalente a uma trilha sonora digna de comer ou dormir em paz, por exemplo. Quando me dei conta disso, confesso que me assustei.

Mas foi semana passada. Já fiz as mudanças necessárias para me sentir mais normal comigo mesma. Nas unhas, agora o protagonista é um verdinho claro, meio bebê. E no som de casa… Bem, o rock pesado do Oficina G3 já voltou para lá, mas não sem antes dar um tempo para que a Nívea, o André, a Ana Paula e o pessoal do Diante do Trono pudessem dar o ar de sua graça. E a ansiedade? Continua, embora o prazo de entrega do Trabalho de Conclusão de Curso, o temido-famoso TCC, tenha mudado de 06 para 10 de junho. Acho que só vou acreditar que o que meus conhecidos falam é mesmo verdade quando minha consciência receber de volta sua respectiva sanidade. Quando quiser vir, será muito bem-vinda.

Taís Brem

 

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Realidade real

junho 15, 2011

*Escrito originalmente em 06/05/11

Os olhos de todo mundo em todo o mundo aguardavam por um glamour digno de acontecimentos a que reles mortais não têm acesso corriqueiramente. E nisso o cenário não pecou: cada detalhe do local escolhido para as bodas agradou quem esperava por algo clássico e singularmente elegante. Mas o que, talvez, tenha surpreendido foi a simplicidade da protagonista que antes do momento especial disse não admitir parecer uma estranha ao príncipe. E conseguiu. Mais que isso: provou que a singeleza de detalhes pode ser ainda mais cativante. Tornou-se próxima do povo mesmo num momento em que marcava a desvinculação oficial dele.

Ao passar pelo tapete vermelho, com um vestido de mangas longas e detalhes em renda mais à la Grace Kelly que Lady Di, deixou aquela impressão do “já vi algo assim antes”. O penteado, em que o cabelo ficou um pouco solto, mas preso ao alto, foi realçado com um véu não exagerado e a tiara típica das princesas. A maquiagem, requintada e sem ostentações, concluiu o look atemporal, que poderá ser tão admirado quanto foi hoje daqui a duas décadas.

Ainda mais bonito, foi perceber, com a indiscrição das câmeras colocadas tão próximas aos noivos, o movimento peitoral, evidenciando que atrás daquele porte real havia corações reais, batendo nervosamente pelo momento tão especial. No desenrolar da cerimônia, a leitura labial permitiu ao público entender o “Você está linda!” do príncipe à princesa. Ao longo do tapete vermelho, ele e ela discretamente chegaram a trocar uns cochichos. Após o enlace, o “Uau!” saído dos lábios dela com a abertura das cortinas da sacada frente à imensa platéia de curiosos pelo beijo foi outro indício de que eram humanos os seres que ali firmavam uma aliança matrimonial.

Taís Brem

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Oi!

junho 15, 2011

Depois de muito tempo sem escrever, voltei. Tudo bem, eu sei que inúmeras vezes já fiquei de molho, fora do blog, voltei, prometi que estabeleceria uma rotina mínima de regularidade e não cumpri. Por isso, desta vez, não farei promessas. Este texto existe apenas porque acho que deveria escrever algo para introduzir o que vou passar a postar daqui para frente, afinal devo satisfações pelo enorme tempo que não apareci.

Óbvio que coisas demais aconteceram nesse período de “férias”. E postarei, na sequência, dois textos que fiz falando de duas dessas coisas. A primeira, obviamente, não é uma das mais importantes. Não chegou a mudar minha vida, mas parou o mundo inteiro na frente das tv’s e, como escrevi sobre e gostei do resultado, compartilhá-lo-ei. A segunda, sim. Com certeza, essa mudou, está mudando e ainda vai mudar muito o rumo da minha vida. Falo, respectivamente, do casamento real (o da Kate e do William) e do meu TCC sobre a Igreja Perseguida, que, aliás, defendo dia 29 de junho (orem por mim!!!). Aí vai!

Taís Brem

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Quatro cabeças pensantes

agosto 10, 2010

Ainda hoje não sei – e também não me dei ao trabalho de procurar saber – porque os antigos vídeos-cassete eram classificados em duas e quatro – e talvez até mais – cabeças. De todo o jeito, essa qualidade deles sempre me chamou a atenção. Desde a primeira vez que ouvi a designação, quando criança, achei, no mínimo, engraçado.

Mas, além de me divertirem, as cabeças do vídeo-cassete ajudavam na tarefa de reproduzir filmes, transformando nossas humildes salas em mini cinemas. E também serviam para gravar coisas que considerávamos importantes. Lembra do botãozinho REC, sempre acionado para registrar finais de capítulos das novelas, reportagens interessantes de telejornal e célebres propagandas? O mais legal de tudo isso é que hoje em dia o produto das quatro cabeças pensantes está disponível pela internet, através do You Tube. Sim, porque, embora eu não tenha a dimensão exata de como essas coisas foram se acoplando por lá, imagino que tenham sido os milhões de arquivos pessoais de VHS dos aficionados por vídeos Brasil e mundo afora que originaram os baita acervos digitais a que temos acesso. E é maravilhoso poder digitar uma frase memorável de algum destes momentos legais de nossas infâncias e testificar “Puxa, eles têm isso aqui gravado também!”.

Desses registros, são as propagandas o que mais me chama a atenção. Quem não lembra do “elefante fã de Parmalat” que junto com o “boto cor-de-rosa e o macaco” fizeram um dos melhores comerciais de leite de todos os tempos? E o japinha simpático que contava, com a encantadora inocência de uma criança, como era o seu café da manhã – “eu gosto com açucra, porque o açucra afunda”? Isso sem deixar de citar a vontade que dava de tomar uma guaraná bem geladinha toda vez que a “pipoca na panela começava a arrebentar”. Agradáveis lembranças! Nessa hora, meu lado publicitário até tenta se manifestar para me influenciar a fazer uma segunda faculdade!

Triste é notar que aquela analogia da faca é muito real também no mundo virtual. Tal qual como o talher pode servir tanto para passar a All Day no pão quanto para sacrificar um mamífero – e inclua-se nisso o homem –, redes sociais como o You Tube também são usadas tanto para o que presta quanto para o que não vale um sabugo. Li outro dia que tá na moda adolescentes filmarem suas aventuras sexuais e postar na rede. A intenção é ver quem tem maior capacidade de atrair o olhar alheio. E assim eles, que ainda nem saíram das fraldas, disputam a audiência doentia de quem se delicia com a intimidade – e a imaturidade – dos outros. Perigo. Não somente porque é uma pouca vergonha. Deixando de lado, os julgamentos moralistas, o que mais choca é perceber que um ato impensado desses pode custar danos em todas as esferas, inclusive a emocional, que vão afetar pela vida toda. Esses adolescentes apenas se iludem com a possibilidade de estar curtindo a liberdade, mas, na verdade, estão sendo escravos da libertinagem. E pior ainda são os que nunca crescem. Lamentável. Para melhorar, oremos.

Taís Brem

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Um novo post

julho 14, 2010

Eu não tive nenhuma outra idéia melhor que essa para um título de um novo post a não ser “um novo post”. E é óbvio que ele teria de ser de frases. Trata-se de uma compilação de algumas declarações de celebridades (ou pseudo-celebridades), umas mais recentes, outras nem tanto assim. Com a correria do dia a dia e o twitter, que simplifica muito o que se quer falar na web, tenho andado meio em falta. Mas pretendo voltar. Esse, então, é o novo primeiro passo! =)
Taís Brem

“As crianças pedem autoridade. Essa coisa debatida com os estudiosos de educação de deixar a criança fazer tudo não é uma demonstração de amor. Ao contrário, amor é dizer ‘não pode’, o que é mais difícil.
Wagner Moura,
ator, sobre educação infantil. A opinião vem bem a calhar no dia em que o presidente pretende assinar um projeto de lei contra as palmadas…

“Sou a voz da Globo no esporte nos últimos 30 anos. Isso é uma coisa que pesa muito, para o bem e para o mal. Mas tenho a exata noção dos limites”.
Galvão Bueno,
narrador.

“Namorarei, noivarei e casarei quantas vezes forem necessárias, até encontrar meu verdadeiro amor”.
Thammy Miranda,
filha de Gretchen, ao dizer que pretende seguir o “exemplo” de tentativas amorosas da mãe. Recentemente, Thammy acabou um relacionamento homossexual com Jenifer Ferracini.

“Sinceramente, achava o Saramago parecido com o Pelé: bom no que faz, desde que calado”.
Dado Schneider,
comunicador, opinando, via twitter, sobre o escritor português, morto mês passado.

“A gente tinha dito que numa das danças terminaríamos com um selinho para mostrar que não temos pudor”.
Renato Zóia,
instrutor de Ana Maria Braga no quadro “Dança dos Famosos”, do Domingão do Faustão, sobre o final estratégico que levantou rumores sobre um possível caso entre os dois. Sem pudor? É, eles conseguiram mesmo atingir o objetivo.

“Ele só sabe dizer que a filha é linda, que tem o bumbum e as perninhas definidinhas, iguais às da mãe “.
Assessora da Scheila Carvalho,
sobre a opinião de Tony Salles, marido da dançarina, a respeito de Giulia, a filha recém-nascida dos dois.

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Três palavrinhas

março 15, 2010

“Hoje sabemos que os efeitos da proibição, como o tráfico de drogas, saltam muito mais aos olhos do que o uso da erva. É a mesma coisa que proibir a masturbação”.
Marcos Winter,
ator e protagonista da peça “Monólogos de marijuana”, que pretende tratar sobre a descriminalização da maconha. Mas não é apologia, garante o diretor Emílio Gallo.

“Quando estou fazendo capa de ‘Nova’, visto uma pombagira de poder, praticamente um travesti. Não sou aquela pessoa. Encarno uma personagem e me divirto”.
Carolina Dieckmann,
atriz, explicando como concebe os personagens para estampar capas de revistas por aí.

“Eu acho que o vírus da paz está comigo desde que estava no útero da minha mãe. Não me lembro do dia em que briguei com alguém”.
Lula,
presidente do Brasil, em visita a Israel. Tão santo quanto a terrinha…

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Boca cheia

fevereiro 26, 2010

“Nós fizemos um acordo: se ela largasse a chupeta, ganhava um sapato de saltinho. Agora, ela não quer saber de outro tipo”.
Márcia Otero,
secretária, revelando a chantagem que ela e o marido fizeram com a filha Luana, de 3 anos. A menina é tão vaidosa que não dispensa itens como batom vermelho e camisola de seda. “Não medimos esforços porque achamos que vaidade tem de vir desde pequena”, diz a mãe. Sábios, não?

“Ele não me ama mais”.
Tessália,
ex-BBB, reclamando do período em que Michel, o “namorado” que conseguiu na casa, não respondeu a seus tweets. E será que algum dia ele amou?

“A Rita Cadillac não sabe dirigir. Mal e mal sabe dirigir a vida dela…”.
A própria Rita,
ex-chacrete, falando sobre si mesma.

“Sempre me senti agoniada. Até hoje não conheço a paz”.
Pitty,
cantora, com suas inquietações.

“A mídia transformou o Carnaval em um desfile de bundas e peitos. Se a gente não tomar cuidado, um dia a ala de baianas vai ser formada por mulheres de 20 e poucos anos, malhadas e peladas”.
Wagner Tavares,
diretor de Carnaval da Imperatriz Leopoldinense, irritado com a invasão das beldades de ocasião na passarela.

“Não tenho amigos. Não consigo. Eu tentei, uma vez. Mandei um ‘olha, amiga, que lindo meu esmalte’. Mas não funcionou. Ninguém gostou do meu esmalte. Era azul-escuro”.
Mallu Magalhães,
cantora.

“Jesus estava nu em momentos fundamentais de sua vida. Quando nasceu estava nu, quando foi crucificado estava nu e quando ressuscitou, ele deixou suas roupas sobre o túmulo e estava nu. Se Deus nos fez deste jeito, como isso pode ser errado?”.
Allen Parker,
pastor da comunicade nidista de Whitetail, numa desculpa esfarrapada para sua falta de temor. Ah, sim, você entendeu bem: além de receber pelados para as reuniões, ele também prega desnudo.

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A quem interessar possa

fevereiro 21, 2010

Olhando as estatísticas do blog, atualizei meus conhecimentos acerca da visitação feita por aqui, especialmente nesse tempo em que estive meio off. Então, fazendo jus ao título deste post, a quem interessar possa, estou tornando público o ranking com os dez posts mais visualizados. Além da home page  pura e simples do blog, que já teve mais de 18 mil visitações, aí vai a lista dos textos mais procurados. Se quiser ler também, clica em cima e vai lá. Não esquece dos comentários!

 

Taís Brem

1º – Obama por nove frases, com 575 visualizações: Uma seleção de declarações de anônimos e famosos sobre a vitória do primeiro presidente negro dos EUA.

2º – Salmos e Provérbios, com 392 visualizações: O que o conteúdo da famosa caixinha de promessa tem a ver com Clodovil? Clica e descobre!

3º – A cara jovem do Brasil, com 320 visualizações: O resumo de um levantamento do Datafolha sobre a juventude brasileira. Inclui seleção de frases também!

4º – Irmão Marley, com 304 visualizações: Você sabia que Bob Marley se converteu ao cristianismo pouco antes de morrer? Cazuza também. Leia aqui!

5º – Didático?, com 274 visualizações: Os péssimos exemplos de literaturas nada educativas que têm aparecidos nas prateleiras de bibliotecas escolares.

6º – Anã ou menina prodígio?, com 202 visualizações: De tanto sucesso, o fenômeno infantil Maísa Silva chega a causar até medo.

7º - O filme do Coringa, com 201 visualizações: As bizarrices de um longa em que o coadjuvante quase roubou a cena principal.

8º – Idade não é documento, com 170 visualizações: Uma distinta “senhora de idade” e suas aventuras pela mídia em busca de sexo.

9º - Mate amargo, com 148 visualizações: Um estudo que mostra que o chimarrão pode ser tão tóxico quanto um maço de cigarros. Será?

10º – Frases – parte X, com 114 visualizações: Meu décimo post de frases . Traz declarações curiosas de figuras como Alinne Moraes, Paris Hilton e Rodrigo Santoro.

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